A resposta é sim: rubras e albas. Segundo o profissional, as rubras estão em sua fase inicial, também conhecida como aguda. "Nessa etapa, as estrias são avermelhadas ou arroxeadas devido à inflamação e dilatação dos vasos sanguíneos na região, e podem ser ligeiramente elevadas, causando coceira ou sensibilidade.
"É nesse momento que os tratamentos costumam ser mais eficazes, pois a pele está em processo inflamatório e reage melhor às intervenções que estimulam a reparação das fibras.
Já as albas representam a fase madura ou crônica. Elas se tornam esbranquiçadas ou prateadas, com a inflamação diminuída e os vasos sanguíneos retraídos. "Nessa fase, geralmente estão niveladas ou ligeiramente deprimidas em relação à pele ao redor. O tratamento das estrias albas é mais desafiador, focando na melhoria da textura e na estimulação da produção de colágeno, embora a reversão completa seja mais difícil", garante.
Em ambas as fases, o acompanhamento por um especialista é essencial para determinar o melhor tratamento para cada caso.
Quais os tratamentos disponíveis no mercado?
Existem diversos tratamentos para estrias disponíveis no mercado. Entre eles, laser, microagulhamento e luz pulsada.
- Laser: O laser, com o CO2 fracionado, é uma opção para renovar a pele e estimular a produção de colágeno, melhorando a aparência das estreias;
- Microagulhamento (Morpheus 8): Esta técnica utiliza microagulhas para estimular a produção de colágeno e elastina, promovendo a renovação da pele e reduzindo a aparência das estrias;
- Luz pulsada: A luz pulsada pode ser eficaz no tratamento de estrias recentes, ao destruir os vasos e estimular a produção de colágeno;
- Outros procedimentos: A carboxiterapia e peelings químicos, que podem ser combinados para otimizar os resultados.
Conforme explica Lucas, estrias recentes, que ainda estão avermelhadas, são mais propícias a tratamentos eficazes.
O tratamento precoce pode ajudar a prevenir que as estrias se tornem mais profundas e visíveis. É fundamental avaliações para determinar o tratamento mais adequado para cada paciente.
Fonte: CNN
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